Entre Nuvens

Posted: 17 de set de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Onde começa o céu?
A altura do limite onírico...
O nascer das inspirações...

Onde finda o chão.

Fragmentação

Posted: 5 de jul de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Quando percebo que essa vida,
Não é completamente minha,
Vejo a sobra dos pedaços de mim.
Só restam os escombros de casa.

Toques Naturais

Posted: 29 de mai de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Tal delicadeza é a natural ilusão de um efeito cíclico de caos.

Outono Dissímilo

Posted: 31 de mar de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Coração elástico em forma de bolha,
Doa passado ao presente sem estímulo,
               Cai e se desmancha em folha...

O Risco Da Visibilidade - Poetronic Music

Posted: 9 de mar de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Terceto originalmente publicado em 18/12/2010.

Meio Tom

Posted: 7 de mar de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Quanto mais contemplar a construção da derrota,
Entenderá que vitória é só uma ocasião de descanso.
Depois de desviar inevitavelmente sua rota,
Perceberá que a história é mais mentira do que ranço.
E mesmo o pessimismo sendo mais franco,
O conforto da aceitação será o preconizado avanço.
Afinal, nenhum contrato de paz será deixado em branco!
Vermelho... Vermelho sempre deixa o humano mais manso.

Troca Em Leveza

Posted: 25 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Vamos viver e barganhar a vida,
Afinal essa é a única certeza:
A morte já está garantida.



Ondas Calmas

Posted: 20 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Mesmo que a salvação venha
Por uma noite,
A escuridão há de esfriar
Qualquer calor de esperança...
Mesmo que a onda de crimes
Vire tsunami,
Ao amanhecer,
A maré de sangue
Estará fria e calma.
Só resta apreciar o firmamento
E sonhar,
Com novas ondas de calmaria.

Insatisfação Contínua

Posted: 18 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Nunca em plena satisfação,
Com o ser, o ter ou estar...
Insatisfação que satisfaz!

(Dedicada a amigx insatisfeitx)

Vida Infectada

Posted: 16 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Com toda sinceridade te digo,
Sou capaz de te infectar por completo
Só para me livrar um pouco do veneno da vida!

Bocas Limpas

Posted: 14 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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O sermão do Padre Abraão era sobre como as bocas podem ser sujas, e disseminadoras de impurezas. Como quando se proferem palavrões e obscenidades. Estava realmente inspirado naquela manhã de congregação cheia.
Contudo o que mais chamava atenção eram algumas manchas esbranquiçadas próximas ao colarinho e no meio da bata dele. Muito provavelmente manchas de creme dental... Muito provavelmente o coroinha também acabara de escovar os dentes.

Sombra Corrompida

Posted: 10 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Vivemos sob a sombra pegajosa de uma macieira,
Cujos frutos apodreceram sem nunca provarmos.
Sobrevivemos rastejando em opcional cegueira,
Sem usarmos outros sentidos para respirarmos.

Somos sem jamais alcançarmos uma mudança verdadeira.
Até a morte, a experimentação derradeira,
Jamais teremos o deleite de experimentarmos.

Não Há - Poetronic Music

Posted: 9 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Poesia originalmente publicada em 25/02/2010.

Amistosa Fábula

Posted: 6 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Paul era uma pessoa tão solitária que desde criança criava amigos imaginários. A adolescência chegou e mais amizades idealizadas se proliferavam. O tempo passou e hoje é considerado um dos maiores romancistas de seu tempo.

Além Do Pulsar

Posted: 4 de fev de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Morrer jovem,
Ser jovem para sempre.
Deixar-se ser lembrado...
Ser eterno.

Pessoas morrem quando são esquecidas.
Um dia, seremos apenas memórias.
Portanto, sejamos as melhores!

Receita de Caviar Vegan

Posted: 31 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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    Não sou do tipo de vegan que se proíbe de fazer algo que semelhe com origem animal. Como, por exemplo,  já vi pessoa não comer seitan pelo fato de parecer carne... Acho irrelevante a comida ter ou não tal aparência/sabor semelhante. Lembremos que produtos de origem animal quase sempre sofrem processo de adição de sabor (com temperos e etc) e alteração de condição através de temperatura. Assim como muitos pratos vegetais. Então vamos deixar de mimimi de que isso parece com aquilo ou aquilo parece com isso.
Finalizando: Animal ou algo de origem animal não se parece com comida e ponto final!

***
 Ingredientes:
- 100 gramas de Sagu;
- 1 xícara de chá de shoyu;
- Tempero para peixe (não é tempero de peixe heim!);

Modo de preparo:
Cozinhe o sagu em água por 30 minutos. Mexa de vez em quando para não grudar muito no fundo da panela. Vai ficar com uma aparência gelatinosa e com um tipo de baba gosmenta. Escorra e lave até sair boa parte da goma. Ponha em um recipiente e adicione o shoyu e o tempero para peixe. Mexa um pouco para espalhar bem o tempero. Deixe descansar na geladeira por pelo menos 20 horas. E está pronto.

 Resultado:
Mesmo tendo absorvido completamente todo o shoyu, o sabor ficou suave e não muito salgado. A aparência é bem interessante. Dessa vez quis fazer mais ou menos como da fonte que adaptei. Mas futuramente testarei com mais temperos e sabores mais fortes.
Se o resultado ficou parecido com caviar? Como vou saber... Nunca comi caviar! Contudo, segundo pesquisei... Caviar deve ser comido gelado e com alguma massa seca de sabor neutro. Pode acompanhar algo mais com um sabor intermediário. No caso, usei tofu. Ficou bem legal.

Receita adaptada do blog Adoro Crochê e Costura

O fútil terror do caviar:
“A fêmea de esturjão, capturada viva, é transportada até uma mesa de metal onde é atordoada e lavada. O seu ventre é então aberto com precisão, enquanto ainda viva (já que a sua morte liberta toxinas nefastas para as ovas), sendo o saco de ovas extraído, lavado e imediatamente pesado. Tradicionalmente a fêmea é depois morta e encaminhada para processamento (com vista nomeadamente à comercialização da carne), embora hoje em dia, particularmente com esturjões de aquacultura, seja cada vez mais comum a remoção cirúrgica das ovas, assim permitindo que as fêmeas continuem a produzir mais durante o seu tempo de vida.”


O sagu brasileiro é feito de fécula de mandioca, que por sua vez é um subproduto da moagem do tubérculo para a confecção de farinha.
Em todo o Brasil o sagu é mais empregado em receitas doces, servido como sobremesa que também é chamada de Sagu, feito com vinho, suco de uva, suco de laranja, suco de abacaxi, leite de coco, temperado ou não com especiarias, gengibre e/ou ervas aromáticas. Não se descarta seu uso em pratos salgados e sopas.
O sagu também é empregado no artesanato caseiro, com adição de corantes, essências e fixador para sabonete e embalados em um tipo especial de tecido para compor sachês perfumados.

Suas propriedades nutritivas são: cálcio, ferro, fósforo, sais minerais e vitaminas do complexo B. Pode ser preparado com suco de uva. É um alimento de fácil aceitação e pode complementar a alimentação das crianças e dos bebês o ano todo.

Em duas colheres de Sagu:
Valor energético: 114
Carboidratos: 28g       


Curiosidades
Nos Estados Unidos, o sagu brasileiro é chamado de (tapioca em pérola);
Em 2008, o chef norte-americano Andrew D'Ambrosi venceu um campeonato de culinária em reality show com uma receita de Faux Caviar (Falso Caviar), usando sagu tingido com urucum e temperado com suco de laranja.


Fonte: Wikipédia

Sociais Cataplasmas

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E ao redor a guerra continua em nome da paz!
Logo os sentimentos se tornaram armas.
Inimiga de si, a humanidade jaz.


NeGATiva

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Vestígios

Posted: 26 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Com o raiar das ideias, a penumbra dos sonhos ruem,
E a felicidade se configura em utopia desdenhosa.
Ao perceber que nem todos os desejos assim fluem...
A realidade se desfaz em estrutura esperançosa,
Porém sem vaidade ou candura as vidas se diluem
E tal intimidade rancorosa,
Faz-se tão somente em memória viscosa.

Dor Amestrada

Posted: 23 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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       Adriano adestrou a cadela, uma pitbull para matar qualquer coisa menor do que ela. Como gatos, ratos, cachorros menores e etc. Os anos passaram e ele teve um filho. Contudo sempre teve cuidado em não deixar a criança perto da cachorra.
     A cadela entendeu que não deveria matar a criança. Mas os ursos da pantufa dela tinham que ser devorados, não importando se estavam nos pés da criança.

Quantidade - Poetronic Music

Posted: 20 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Terceto originalmente publicado em 16/03/2012.

Prélio

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Quem estará além,
Das montanhas quando vier a onda?
Não teremos salvação,
Da inércia vital quando envelhecer.

Quem estará do outro lado
Da praia quando a água secar?
Não teremos esperança,
De sobrevivência depois de amanhecer...

Quem estará lá,
Correndo de encontro abraço,
Não teremos sentimentos,
Depois que os verões nos incinerarem.

Quem estará... Esperando...?

Entre Nossas Mãos

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A areia do tempo se exauriu,
Logo perdemos os grãos,
Dos alvitres mais belos...

Crepúsculo dos Desejos

Posted: 17 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Debaixo Da Ponte

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Irene odiava que assobiassem ou dessem cantadas baratas e machistas quando ela usava roupa decotada e/ou curta. Mas quando as usava, se algum rapaz não olhasse para ela, no mesmo momento Irene dizia em voz alta que o rapaz seria viado.
Ela aprendeu da pior maneira que nem todo macho olha para o decote ou roupa curta antes de praticar um ato mais machista.

Relembrando O Futuro

Posted: 16 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Estava logo ali tão perto do futuro,
Aquele fragmento de sentimento puro...
Eu estava seguro, você estava seguro.
E largamos nossas mãos para cair no abismo,
Voando para além de qualquer aforismo.
Tão doce paladar entre lábios costurados,
Não pude incidir o deleite dos degenerados.
Estávamos tão próximos do incompreendido,
E permitimos deixar tal anseio esquecido...
Eu tive medo, você teve medo,
De esquecer o que não foi vivido.

Nosofobia - Poetronic Music

Posted: 15 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Terceto originalmente publicado em 16/11/2010.

Insistência De Reminiscência

Posted: 13 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Recordações pegajosas de pura lama,
Essência que cria mais vida,
Depois da tormenta.

A Indecisão

Posted: 10 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Na ultrassonografia obstétrica dizia que seria um menino. Contudo após o parto constataram que o bebê era intersexo. Logo a preocupação se fez... Tamanha era a indecisão! Afinal, qual seria o novo nome que escolheriam?

A Resignação Das Mariposas

Posted: 9 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Ao redor da poeira,
Buscamos nos esgueirar das adversidades,
Mesmo sabendo que nenhum sobrevivente restará
De pé ou caído.

Perambulando por desertos da imaginação inativa,
Buscamos o oásis da liberdade.
Inutilmente desejamos mudanças,
Mas usando o pretexto
De nunca dar o primeiro passo rumo ao fim...
Por medo... Somente!

Ao redor da luz artificial,
Dançamos sem energia em busca doutra energia...
Contudo o sol simplesmente incinerou nossas asas.
E a imaginação caiu em pó!

Receita de Moqueca de Caju

Posted: 6 de jan de 2014 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Ingredientes:
- 5 cajus maduros;
- 1 Leite de coco (200ml);
- 1 cebola média picada;
- 1 pimentão médio picado;
- 1 tomate média picada;
- ¼ de repolho ralado (ou picado bem pequeno);
- 3 dentes de alho amassados;
- Tempero para peixe (Não é tempero DE peixe heim!)
- Coentro picado à gosto;
- Páprica picante e pimenta do reino (opcional).

Modo de Preparo:
Esprema os cajus com auxilio dum espremedor de batatas, ou bata no liquidificador no modo pulsar (pouquíssimo tempo), só até soltar um pouco o suco. Termine de espremer com as mãos ao máximo para que fiquem bem secos. Desfie-os e reserve. (Beba o suco!)

Refogue o alho e a cebola em azeite, óleo, ou azeite de dendê. Misture com o caju espremido e desfiado e o repolho até dourarem.
Adicione o pimentão e a tomate e o tempero para peixe. Misture bem e adicione o leite de coco. Deixe ferver por um minuto e adicione 2 medidas de água.
Deixe cozinhar por quinze minutos. Ponha a páprica picante e a pimenta do reino (quanto baste) e o coentro. Tampe e deixe apurar por cinco minutos.
Sirva quente.



O Caju

O caju é muitas vezes tido como o fruto do cajueiro (Anacardium occidentale) quando, na verdade, trata-se de um pseudofruto. O que entendemos popularmente como "caju" se constitui de duas partes: o fruto propriamente dito, que é a castanha; e seu pedúnculo floral, o pseudofruto, um corpo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho.

Na língua tupi, acaiu (caju) significa noz que se produz. Na tradição oral sabe-se que acayu ou aca-iu refere-se a ano, uma vez que os indígenas contavam a idade a cada floração e safra. O pseudofruto e fruto (propriedades e beneficiamento)

O caju, o pseudofruto, é suculento e rico em vitamina C e ferro. Depois do beneficiamento do caju preparam-se sucos, mel, doces, passas, rapaduras. Como seu suco fermenta rapidamente, pode ser destilado para produzir uma aguardente o cauim. Dele também são fabricadas bebidas não alcoólicas, como a cajuína.
Muito antes da chegada dos portugueses, o caju já era alimento básico das populações autóctones. Por exemplo: os tremembé já fermentavam o suco do caju, o mocororó, que era e é bebido na cerimônia do Torém.
Existe uma variedade enorme de pratos feitos com o caju e com a castanha de caju.
De suas fibras (resíduo/bagaço), ricas em aminoácidos e vitaminas, misturadas com temperos, é feita a "carne de caju".

Combate os radicais livres
Com cinco vezes mais vitamina C do que a laranja, essa fruta mantém o organismo resistente a infecções, auxilia no processo de cicatrização do tecido conjuntivo, e tem poder antioxidante, prevenindo tumores e outros males do envelhecimento. Já a niacina, uma das vitaminas do complexo B, também presente no caju, barra doenças de pele como a pelagra (problema que provoca inflamações na pele, diarreia e perturbações mentais) e dores de cabeça, especialmente a enxaqueca.

Fruto com pseudofruto.
O fruto propriamente dito é duro e oleaginoso, mais conhecido como "castanha de caju", cuja semente é consumida depois do fruto ser assado, para remover a casca, ao natural, salgado ou assado com açúcar.

Fonte: Wikipédia