Megalopyge Lanata

Posted: 26 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Carregando nas costas a flama das possibilidades dos ideais...
De dia algum ser livre mariposa.


Memoriais Nuanças

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O esquecimento é a condição,
Para ascender as lembranças,
A uma feliz imaginação.

Avessando O Incognito - Poetronic Music

Posted: 24 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , , , ,
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Poesia originalmente publicada em 15/01/2012.

Dias De Caça...

Posted: 23 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Quando estava em treinamento no exército, Solano e seus colegas adoravam caçar durante as folgas. Ostentavam fotos nas redes sociais de animais mortos por prazer. Quando foi à guerra em outro país, eram os oponentes que caçavam para valer!

Ordinariamente Óbvio

Posted: 22 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , , , ,
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Nem todo o conforto pode inibir o frio das grades,
Nem toda devoção devolverá os dias mais ensolarados.
Nem todo aborto é castigo em nome de padres,
Nem toda ação vem das reações de contrariados.

Nem todo devaneio há de ser o momento de alívio,
Nem toda realidade será tátil a tal consumismo.
Nem todo veraneio permanecerá em solar oblívio,
Nem toda veracidade se desmente em aforismo!

Mas toda liberdade só terá consentimento do comodismo,
Tão óbvio quanto o sentimento de receio do altruísmo.

Ansiando Aurora

Posted: 19 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Esperando que um dia, após o crepúsculo das emoções,
Possa ressurgir a aurora das paixões. 

Balança Das Emoções

Posted: 17 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Quando abandonar o ódio pelo o mundo,
Talvez ache o seu próprio planeta.
Quando abandonar o ódio pelo reflexo,
Talvez possa ver outros lados no espelho.
Quando abandonar o ódio ao próximo,
Talvez sinta um pouco de amor próprio.
Quando abandonar o ódio pelo cotidiano,
Talvez possa apreciar a eternidade.
Quando abandonar o ódio pela vida,
Estará pronto para morrer. Sem medo.

Até então, odiar tanto tudo...
Só te impedirá de amar algo.

A Distância Das Ideias (De Daniel "D.Roll") - Poetronic Music

Posted: 14 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , , , ,
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Microconto originalmente publicado em 12/03/2011.

Nem Tantas Mudanças

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Marluce odiava gente, odiava tudo e abominava gatos! Sempre que tinha chance presenteava os felinos com salsichas ou almondegas envenenadas.
Há muito a filha de Marluce se mudara para outra cidade. Onde engravidou. Separou-se e voltou para casa. Trazendo consigo a netinha que mudou a vida da amarga Marluce que se tornara uma avó coruja e uma pessoa mais alegre. Contudo algumas coisas não mudavam, e ela continuava a envenenar comida para dar a gatos dos vizinhos.
        Todavia a netinha dela se tornara amiga da vizinha. Tão amiga que dividia tudo. Até salsichas achadas pelo quintal.

Deuses De Areia - Poetronic Music Vídeo

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Poesia originalmente publicada em 24/05/2009.
Poetronic Music originalmente publicada em 27/10/2012.
Vídeo baseado na foto: Subjetiva Fragilidade.

Tanto Quanto Morto

Posted: 13 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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E daquele feto em formação...
A razão fez mais um aborto,
Pedaços de imaginação.

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       Fazer zines sempre me pareceu uma prática ativa e simples de transmitir pensamentos, ideias e registros. Porém com o passar dos anos, algumas coisas mudaram. Os zines deixaram de ser todos em papel preto (eram lindos) devido a depressão econômica dos tonners, assim as copiadoras se recusavam a fazer xerox decentes. E uma coisa que é certa, é que o zine, por mais que seja alternativo e/ou underground, tem que ser esteticamente bonito. Pelo menos pra mim. Inclusive esse zine ao lado ganhou uma versão especial com capa em transparência. Que ficou lindo e promete maior durabilidade do material, pois serve de proteção.
     Outra coisa que variou é que hoje em dia, com a facilidade de divulgação via internet, os zines também podem (e devem) ter uma versão digital. E foi assim que passei a produzir duplamente, com um trabalho só.
     Aqui estão algumas dessas produções realizadas nesse 2013. Dentre elas um zine especial. Uma coletânea poética com poesias, textos, microcontos e rabiscos diversos publicados em 2010. Pronto para imprimir, dobrar ao meio verticalmente e divulgar. Ou somente baixar e compartilhar!
     Esta é a ultima, derradeira, finalíssima edição do Graforréia. Depois disso, só se eu fizer uma edição completa com tudo o que foi de Graforréia. Quem sabe um dia...

Graforréia Especial (DOWNLOAD)

      Fazer zine é tudo de bom! Faça Você Mesmo o seu e compartilhe suas ideias e conceitos. Para baixar as edições abaixo é só clicar nas imagens. Enjoy!


 

Contra Esse Tempo

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Correndo sem destino, na estrada destroçada,
Sem parar para respirar esse ar venenoso.
Correndo contra corrente de gente atordoada,
Sem parar pra tentar um despertar milagroso.

Correndo por ruas quebradiças e instáveis,
Sem parar para nunca permitir submergir.
Correndo por ruas tenebrosas e miseráveis,
Sabendo que esse é o único modo de reagir!

Correndo mais do que o corpo suporta,
Ultrapassando os limites impostos pela dor...
Mais uma rua torta, mais vida morta...
Ao fim não é o caminho que importa!
Nenhuma vitória vale a pena sem verve ardor! 

Abrindo Mão

Posted: 10 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , , ,
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Quando as cicatrizes do tempo afetarem os sonhos,
Será o tempo de abrir mão de toda realidade!

Sabores Vitais

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Ney era uma pessoa muito amarga, e detestava tudo na vida. Nada lhe trazia encanto ou valia a pena. De tanto malograr os momentos com seu humor amargoso, passou vários anos em coma devido a uma hipoglicemia.
     Quando despertou estava mudado, quis passar o resto dos dias em festas e tomando doce. Assim observando o mundo com um olhar mais extático.

Sólido Portão

Posted: 8 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Não posso deveras crer,
                                         Que me tornei tão,
                                                             Niilista ser.

Cópula Sem Sede - Poetronic Music Vídeo

Posted: 7 de jul de 2013 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Poesia originalmente publicada em 30/10/2009.
Poetronic Music originalmente publicada em 23/12/2012.
Photo vídeo baseado no desenho: Lábio Encarnado.

Avalanche

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A intimidade da desistência ficou guardada
Entre os lábios cerrados em raiva amarga.
A insistência em estar em companhia arruinada,
Na vida cotidiana o peso por não ter carga.

Tanto da ausência inconsistente é mais real,
Do que todo o concreto vazio e fantasmático.
Quando se faz concessão à servidão sociocultural
É mais vital abandonar a vida do que ser apático.

Tanta necessidade por futilidades impostas,
Torna o humano o adorador de utopia etérea,
Facas nas costas por tanto mais da própria miséria.