Pedagogia Do Duplipensar

Posted: 24 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Buscando culpas e culpados para uma catequização de ódio,
Você passa a odiar tanto o passado que não contempla espelho.
Mesmo que os versos tenham sido mudos em outro episódio,
Não há como conjurar certeza de bússola contra o conselho.

A máscara da hipocrisia não só é distinta como apreciada,
Sabendo que ser real com os sentimentos é menos natural.
Acostumamo-nos à educação da real identidade distorcida,
Tanto que a realidade não sabe refletir o que é ou não surreal.

Os atos mais desumanos são exclusivos a essa humanidade,
Que pela educação de destruição consome o tempo anacrônico.
E quanto mais se usa o termo humano para significar bondade,
Temos nos admitido que é justamente o fator mais antagônico.
Ser humano na realidade é se admitir cativo desse viral nível crônico!

Faltas Ou Festas? - Poetronic Music

Posted: 23 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Poesia originalmente publicada em 27/07/2009.
Dedicada a todos nós educados na cultura do Pão & Circo.

Brincadeira Perene

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Na infância, Ricardo e Inácio costumavam brincar de Polícia & Ladrão. Passavam horas fazendo planos como um pegar outro, ou como não ser pego. O tempo passou e perceberam que estavam sempre do mesmo lado, no mesmo time por assim dizer. Fizeram da brincadeira de infância meta para sua maioridade.
Ricardo que sempre era o ladrão na diversão, agora se tornara um vereador engajadíssimo na melhoria da vida da comunidade, no caso, a comunidade residencial, no caso, a dele. Já Inácio que incorporava o policial na infância, agora se tornara um pastor sempre libertando as pessoas para vida em glória eterna. Intermediando milagres divinos. Lógico, em troca de contribuições voluntárias, para melhorias no templo do senhor, no caso, o Senhor Inácio.

Receita de Nego Bom – Ricas Lembranças

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Quando criança, Laura adorava apostar corrida com os amiguinhos até a venda na rua paralela para comprar aqueles docinhos enrolado em plástico prateado. Passavam horas desejando e minutos comendo.
            Todos cresceram, a venda fechou e a saudade foi aumentando. Laura estudou, se formou, e foi morar em outra região. Onde nunca achava o docinho. Fez mestrado e foi morar em outro país. Fez doutorado e foi morar em outro continente. E cada vez que se distanciava da cidade natal, aumentava a vontade de sentir novamente aquele sabor do doce preto que ela, mesmo na época de criança nunca se questionou do que era feito.
            Foi quando numa conversa nostálgica com sua avó descobriu a receita do doce. E a despeito de ser mestra doutora, foi com o simples doce que enricou em um país onde nunca tinham experimentado sabor de infância mais original.

***
 Ingredientes:
10 Bananas Prata maduras;
500 gramas de açúcar;
Suco de um limão grande.

Modo de Preparo:
Provavelmente esta há de ser a receita mais simples que já postei aqui no blog.
Amasse as 10 bananas com um garfo, e ponha numa panela juntando ao açúcar. Misture bem e ligue o fogo. Agora é só ficar mexendo até ficar em ponto caramelizado. Desgrudando do fundo. Quando estiver bem escuro, é hora de por o suco de limão. Desligue o fogo e misture até resfriar um pouco. Comece a modelar no formato que lhe convir. Polvilhe no açúcar e voilà!
  
***

A Banana é o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, após arroz, trigo e milho. Cada banana pesa, em média, 125g, com uma composição de 75% de água e 25% de matéria seca. Bananas são fonte apreciável de vitamina A, vitamina C, fibras e potássio.

Casca da banana
Apesar de parecer não utilizável, a casca da banana contém vários nutrientes, açúcares naturais como a glicose e sacarose e minerais. Com isso, pode ser aproveitada no consumo alimentício, proporcionando baixo custo sem deixar para trás o bom paladar. São diversos os exemplos pelos quais se pode aproveitá-la, como o brigadeiro de casca de banana, o bolo de casca de banana, a farinha, o bife empanado de casca de banana e vários outros.

Como alimento
Há quatro tipos principais de variedades de banana: a banana-prata; a banana-maçã (pequena e arredondada), a banana-caturra (também conhecida como banana-d'água ou Cavendish) e a banana-da-terra.
A banana-maçã é indicada para problemas intestinais, ao aumentar facilmente o volume da massa fecal, ainda que possa causar aparente obstipação.

Vitaminas:
Vitamina A (Retinol) - 81 UI
Vitamina A (Retinol) - 8 μg_RE
Vitamina B1 (Tiamina) - 0,04 mg
Vitamina B2 (Riboflavina) - 0,1 mg
Vitamina B3 (Niacina) - 0,54 mg
Vitamina B5 (Ácido pantotênico) - 0,26 mg
Vitamina B6 (Piridoxina) - 0,57 µg
Vitamina B9 (Ácido fólico) - 19,1 UI
Vitamina C (Ácido ascórbico) - 9,1 mg
Vitamina E (Tocoferol) - 0,27 mg_ATE


Fonte de fibras
A bananeira tem sido uma fonte de fibra para tecidos de alta qualidade. No Japão, o cultivo de banana para vestuário e uso doméstico remonta pelo menos ao século XIII. No sistema japonês, folhas e brotos são cortados a partir da planta periodicamente para garantir a suavidade. Brotos colhidos são cozidos em primeiro em soda cáustica para preparar fibras para fazer fios têxteis. Esses brotos de banana produzem fibras de diferentes graus de maciez, produzindo fios e tecidos com diferentes qualidades para usos específicos. Por exemplo, as fibras ultraperiféricas da brotos são mais rudes, sendo adequados para toalhas de mesa, enquanto as fibras mais suaves da parte interna são desejáveis para quimonos e hakamas. Este tradicional processo japonês de fazer roupas requer muitos passos, todos feitos à mão.

No Bra$il
A banana é o segundo fruto mais produzido e consumido no Brasil, segundo país no ranking da produção mundial, tanto como sobremesa como acompanhamento nas refeições, ainda que ocupe apenas 0,87% do total das despesas de alimentação dos brasileiros em geral (surge daí a expressão "a preço de banana" para referir que algo é pouco dispendioso). A maior parte da produção provém do Nordeste do país, onde é produzido 34% do volume total nacional, seguido das Regiões Norte (26%), Sudeste (24%), Sul (10%) e Centro-Oeste (6%). Ao todo, a área plantada é de cerca de 520 000 ha. Em termos gerais, ainda que as condições naturais permitam uma produção de alta qualidade, é corrente afirmar que existe baixa eficiência na produção e no manejo pós-colheita.

Origem: Wikipedia, a enciclopédia Livre.

O Que Nos Ensinam

Posted: 20 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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E munidos de ignorância nos fazem crescer
Com injeções de insanidade,
Em mamadeiras nos fazem consumir,
Alienação desde os primórdios da idade.

Não há como escapar da naturalização da crueldade,
Não há o que fazer contra nossos entes...
Terminamos por nos tornar os arquitetos
De nossa própria destruição de danação.

Tanto medo...
Mas só tememos a nós mesmos
Pois temos consciência do vil potencial.
E o que antes parecia natural...
Fica no esquecimento como se nunca tivesse existido.

Tantas armas para nos defender de nós mesmos.
Tanto ódio para disseminar contra nossos irmãos.
Tantas vidas devastadas por nossa presunção.
Tudo que nos é ensinado é pura crueldade,
Pois amor e paz nos são simplesmente naturais.
Tudo que nos é ensinado é o ódio, puro e pesado!

Tanto medo... De nós mesmos!

Retrocedendo À Imaginação

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Crianças reformam a realidade com imaginação!

Espelho Perplexo

Posted: 18 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Infância comparada à insensatez...
                   À força se opõe ao reflexo,
                                    Sem aptidão a vetustez!

Bullying - Instrumental

Posted: 17 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Música inspirada no Bullying, uma violência que não pode ser esquecida nem ignorada!
Dedicada a todos que sofreram ou sofrem tal violência.

Cruéis Sinceridades

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Além do horizonte gradeado,
Um mundo se esconde em verdades.
Além do armário não trancado,
Os medos de fantasiosas realidades.

Além dos desejos heroicos,
Guarda-se maior força na imaginação.
Além dos porquês retóricos,
Busca pela resposta além da invenção.

Além dos queres infantis,
O desejo pela instantânea velhice.
Ah se soubesse que quando senis,
O que mais se deseja para ser feliz,
É voltar ao tempo dessa errônea crendice.

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (eBook)

Posted: 15 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Autor: Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry
(Lyon, 29 de junho de 1900 - Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto na Segunda Guerra Mundial.
  
" Eis o meu segredo. É muito simples:
só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos."

O francês Antoine de Saint-Exupéry lançou, em 1943, nos EUA, um ano antes de sua morte, o livro que se tornaria um clássico da literatura universal, ‘Le Petit Prince’, traduzido no Brasil como O Pequeno Príncipe. Ele se transformou na obra mais vendida em todo o mundo, por volta de 80 milhões de volumes; foi editado pelo menos 500 vezes.
Esta fábula ou parábola, aparentemente dirigida ao público infantil, mas permeada por um alto teor filosófico e poético, foi a terceira produção literária mais traduzida no Planeta - lançada em 160 idiomas ou dialetos.

O escritor se torna, em sua obra, um dos personagens principais, além de ser o próprio narrador do enredo, protagonizado por uma criança de cabelos da cor do ouro. A história tem início com um problema no avião do autor, que fica preso temporariamente no deserto do Saara. Ao acordar, uma certa manhã, ele se depara com O Pequeno Príncipe, que lhe pede para desenhar um carneiro para ele.

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas.”

Há alguns belos episódios que revelam as dificuldades dos adultos para perceberem o universo da fantasia quando crescem e matam dentro de si a criança que foram um dia.
Esta obra inspirou várias produções cinematográficas, animações e adaptações. É uma narrativa que tanto pode ser lida como uma fábula infantil pelos pequenos, quanto em seu conteúdo profundo por adultos que deixaram de sonhar.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lobotomias

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As promessas sempre são de miraculosas melhorias,
Mesmo quando estamos além do caminho para retidão.
E ao longo, nos distanciamos de nossas doces fantasias,
Porque disseram que seria uma passagem sem exatidão.

Agarramo-nos a segurança insegura de querer futuro,
Porque prometeram que além teríamos um presente.
Desperdiçamos o passado pagando com sangue o seguro,
Afinal mais importante é social, não o que a gente sente.

Nós perdemos no jogo onde a recompensa era a inocência,
Tudo sempre era pouco, cedemos à paixão pela ganância.
Nós perdemos o olhar sem os preconceitos de decência,
Tudo ganhou devido valor capital e invertida importância.
Sem clemência nos arrancaram a consciência, 
E designaram imaginação como demência!

A Sujeira Não Está Na Areia - Audiopoesia

Posted: 13 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , , ,
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Microconto publicado originalmente em 21/11/2009.
Dedicada a todas as crianças que ainda se sujam!

Inevitáveis Escol(h)as

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Quando pequeno Serginho era forçado a fazer educação física, pois odiava. Mas era uma matéria que poderia reprovar por faltas. Foi forçado pelos pais a fazer judô, caratê e por ultimo teve que entrar num escolinha de futebol, pois seus pais estavam preocupados que os trejeitos de Serginho sugerissem que ele fosse gay.
Ainda odiando futebol e sendo compelido a se manter naquela escola, posteriormente não achou tão ruim a forçada escolha, afinal foi lá que Serginho conheceu pelo menos mais cinco amigos que estavam na mesma condição.

Automatonophobia - Instrumental

Posted: 10 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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                                 Doe aquele brinquedo que você não usa mais! Alguém pode querer sentir medo...

Vida Criônica - Cedemos Sem Esforços

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Perdemos a inocência e congelamos a imaginação,
O tempo destrói além da pele, carne e ossos!
Abandonar infância é vestir consternação.

Brinquedos Padronizadores

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"Padrão Que Cresce E Aprisiona Desde A Infância"

Miniaturas

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Um dia se pergunta o que a criança quer ser quando crescer,
Como se fosse lhe dada possibilidade de livre, livre escolha.
Um dia tudo se complica para a criança nunca se entender,
Como se alguém além soubesse mais do que a própria bolha.

Um dia o nome faz uma carga de responsabilidade gigante,
E o infante não entende porque carregar tamanho fardo alheio.
Um dia a criança há de esquecer o que desejava logo adiante,
Pois a bolha que rodea será estourada pelo capital social anseio.

Crianças não são humanos em miniatura.
Falam mais verdades com suas pinturas.
Crianças criam seu conceito de cultura,
Crescem rodeadas de grades e censuras.
Crianças não são humanos em miniatura.

Todos dizem amar as crianças e teimam impor suas frustrações,
Um dia mais cedo ou mais tarde a corporação destrói a inocência.
O único presente dado é um pensamento quadrado de mais obrigações
Para mais e mais reproduções da adulta amarga existência.

Quando As Grades Não São Nossas - Poetronic Music

Posted: 8 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Poesia publicada originalmente em 30/09/2008.
"Dedicada a todos Sem Os Limites."

Escolhendo Mais Sonhos

Posted: 7 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Quando Claire era pequena, sempre ficavam perguntando a ela acerca de seus sonhos e aspirações. E ela continuamente desentendia aquela obsessão por uma definição de objetivos para um futuro tão distante. E só queria saber de brincar e sonhar que poderia estar em seu mundo de fantasia.
Todavia seus pais insistentemente cobravam que ela desenvolvesse sonhos à se realizar! Claro, cada um querendo escolher que futuro a filha teria. E até a levaram a um psicólogo. Foi então que Claire decidiu que seria uma sonhadora para o resto da vida.

Chronophilia - Instrumental

Posted: 6 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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"Não à Pedofilia! Não à Violência Infantil!"

Sonhos Ingênuos, Sonhos Alheios

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E os sonhos de infância nem sempre hão de ser cumpridos,
Nem todas as promessas de presente podem mudar o futuro.
Nem todas as estrelas contadas, nem todos os astros caídos,
Serão suficientes para ajudar a atravessar o seu próprio muro.

E as aspirações de quando se era tão pequeno foram mudas,
Por falta de um encaminhamento de desejos pelo inatingível.
Nem todos os dentes guardados, nem todas as preces surdas,
Puderam ouvir pedidos de uma nova fantasia mais legível.

E quanto mais lhe diziam que a vida é o teste para salvação,
Mais desejou burlar as regras degradando qualquer licença.
E já que nunca sonhou estar além dessa condição,
Em sonho alheio nunca teve crença.

Distorção Infantil

Posted: 5 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Quando se é criança, não se carece usar de tantos artifícios para conseguir distorcer a realidade a bel-prazer.

Constatação Inocente

Posted: 2 de out de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Corriqueira quando somos pequenos é a felicidade,
           Porém nós nunca crescemos verdadeiramente,
                            O que cresce é a dificuldade à liberdade.