Cosmopolita - Poetronic Music

Posted: 24 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , , , , ,
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Poesia originalmente publicada em 30/07/2008.
Baseada nas ideias de cosmopolitismo e Dedicada a todos que tem para si a cidadania do mundo!

Atividades Parasitas

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E a maior beleza é intuir que não importa o quão seja ativo,
A vida nem sempre há de ser coesa com tal relatividade.
Mesmo que pereçam várias mentalidades em surto cativo,
O ensejo maior de se ser notado há de ser a perda da vitalidade.

Estar vivo para alguns pode parecer uma presteza imensurável,
Enquanto para nós inquietos, o desejo será sucessivamente além.
Não importa quanto queiram dissimular com preguiça insaciável,
Quem quer ser livre se move além das grades que a carcaça tem.

E o encanto é apreender que mesmo em solidão estar vivo é mais!
Ser ativo é caçar além de sua própria libertação individualista.
Mesmo que digam que nada vai ser lido, ouvido, ou visto, tanto faz!
A liberdade do ego não é mais algema do que a mais falsa conquista.
Ser derrotista ao guerrear é mais fácil que expor o peito à morte pela paz!

Equinox (Feat. Heitor Villa Lobos)

Posted: 23 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Música para homenagear a Primavera que começa e que traz boas lembranças perfumadas. 

Jardim Secreto

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Cada dia que Manish acordava parecia estar saindo duma incubadora para uma realidade torta, qual sentia como pesadelo. Cada dia que saia de seu sonho sentia-se mais em desajuste. Nada do que fazia parecia uma atividade satisfatória. Nada completava.
Foi num dia de pura sobriedade e de profunda reflexão que Manish entendeu que aquele não era o seu lugar, e por mais que isso parecesse ruim. Manish se satisfez ao ter certeza de não estava só em seu devaneio. Juntou-se aos outros internos daquela realidade, exercendo sua atividade mais sensata. Amarrando os lençóis de suas camas desconfortáveis fugiram pulando o muro para o mundo mais real.

Receita de Caldo Verde e História Da Festa VEGastronômica

Posted: 21 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Ingredientes:

- 500g de ervilha verde partida.
- 2 cebolas grandes (picadas);
- 1 pimentão grande (picado);
- Alho a gosto;
- Pimenta do reino a gosto;
- 2 molhos de couve manteiga grandes;
- 1 molho de espinafre fresco (folhas);
- 150g de soja pedaçuda (previamente hidratada em água com sal);
- Temperos e ervas à vontade e a gosto.

Modo de Preparo:
- Ponha toda ervilha de molho em água à temperatura ambiente. Deixe por mais ou menos 2 horas;
- Enquanto isso escorra a soja e esprema bem. Corte em rodelinhas finas e refogue em azeite, com o alho e a cebola, quando começar a dourar, adicione alguns temperos, incluindo a pimenta do reino;
- Adicione o pimentão à soja e deixe dar uma murchada;
- Escorra a ervilha e lave. Levando em seguida ao fogo com bastante água. (1 litro ou mais dependendo do tamanho as sua panela e o tanto de convidados) Não tenha medo, pois a ervilha, não deixa ficar ralo o caldo.
- Perto de levantar fervura adicione o sal mexendo regularmente para não grudar no fundo;
- Corte a couve em finas tirinhas e despedace o espinafre com as mãos mesmo;
- Quando a ervilha tiver dissolvido é hora de adicionar o refogado de soja, a couve e o espinafre.
- Mexa por alguns minutos e sirva quente.

Quem provou aprovou. Quase não deu tempo de fotografar...

***

         Era uma vez um vegetariano. Que assim que decidiu se tornar vegan, sabia que as coisas não seriam tão simples, e que muito provavelmente estaria restringindo seus círculos sociais. Mas por outro melhor lado, aquilo lhe livraria de qualquer culpabilidade ideológica.
         E como todo vegetariano que se prese, começou a inventar receitas sem crueldade. E muitas davam bem certo. Mas não tinha com quem dividir tais peripécias culinárias. Certa noite chamou dois amigos, que provaram e aprovaram os sabores. E mesmo não sendo vegetarianos, gostaram muito das receitas dispostas com tanto esmero por ele.
         Decidiu fazer uma reunião maior, para degustar com mais amigos outra receita, de feijoada, depois outra reunião com pizzas e massas, depois de um gigantesco yakssoba vegan. E sempre ficava horas na cozinha, enquanto na verdade, apesar de lhe agradar muito preparar aquilo tudo para os amigos, também queria estar com eles dividindo o vinho e a conversação que rolava na sala de estar.
         E depois de uma dessas reuniões, qual ele ficou a tarde toda na cozinha e depois de todos comerem, beberem e conversarem foram embora sem que tivesse trocado nenhuma ideia sobre ideias vegans. Foi quando ele decidiu fazer uma reunião onde cada um levasse um prato sem sofrimento. Que fosse uma receita simples, barata e rápida. Que ninguém se prendesse no fogão.
Assim surgiu a 1ª Festa VEGastrônomica. Que foi um sucesso total. Todos comeram e dividiram delícias feitas com carinho por cada um deles sem atrocidades. Ainda trocaram dicas, entre dança e alegria. Até ficarem tristes, muito tristes de tanto comer!

A 2ª Festa não poderia ser diferente. Alguns participantes convidaram amigos para dividirem o trabalho de receitas mais elaboradas. E sempre no intuito de mesmo que não fossem vegans, naquela ocasião tanto não pensariam em usar nada de origem animal, quanto instigaria a pensar nisso posteriormente. Lendo rótulos e selecionando as marcas mais indicadas de determinados produtos.
Eis que agora em setembro, surgiu à oportunidade de fazer algo ainda mais grandioso, e espalhar a ideia para mais pessoas. Que por dois dias, além de toda a ideia da Festa, ainda escutariam e tocariam música, dançariam e conviveriam mais proximamente. Houve inicialmente muitos desentendimentos quanto à ideia do evento, mas que com cada piada de pessoas mal intencionadas, iam refinando o convite e a proposta de ser uma Festa maior. E deu tudo certo! A festa foi linda. Com bate papo, bandas, algazarra na hora de comer, fartura de alimentos sem sofrimento, muita gente bonita e animada.
Por aquele momento, o vegetariano que começou a expor suas singelas receitas viu e entendeu bem o que quer dizer a revolução do garfo! Que a revolução começa no prato... Por aquele momento, todos que estavam ali, sabiam bem porque estavam ali, e o que aquele convite tão restrito significava e por que. E a melhor parte de todas: uma semente foi plantada nos paladares, que mesmo inexperientes, passaram a acreditar na mesma ideia de revolução... Pequena, simples, saborosa, divertida e grandiosa. Pois tiveram a certeza que nada oriundo da tortura e do sofrimento é necessário pra se fazer uma boa festa.

Mais do que eu - o vegetariano da historia acima - todos os animais que não morreram nem foram torturados para essas festas agradecem. Amo todos vocês que me ajudaram e que hão de ajudar ainda mais nessa revolução! 

Obrigado!


(Aos Incognitos de Setembro) Entre Pedaços De KontraKultura

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Mesmo se reconstituindo aos pedaços partidos,
Cada parte de um todo faz uma nova escultura.
Mesmo a maioria vendo os membros torcidos,
A pendência faz-se ao ser além de regrada estrutura.

Mesmo que a chama seja fraca, artificial ou fátua,
Cada centelha pode incendiar a ideia dormente.
Mesmo das cinzas ainda pode surgir nova estátua,
Porém que se quebre por se movimentar novamente.

Mesmo em retalhos ainda há ideias válidas a persistir,
Cada parte pode ser reaproveitada para original vestido.
Mesmo que poucos tenham audácia de transvestir,
Haverá quem queira costurar em pele esse esplêndido tecido!

Mesmo que um dia o vinho vulgar chegue a exaurir,
Cada um poderá regurgitar palavras de que outrora fora esquecido.
Afinal, cada pedaço vivido ainda nos faz existir e resistir.

Libertação Animal e Revolução Social - Brian A. Dominick (eBook)

Posted: 20 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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"Uma perspectiva vegan do anarquismo ou Uma perspectiva anarquista do vegan"

Edição Original: Animal Liberation and Social Revolution,
Escrito por Brian A. Dominick e publicado pelo coletivo Critical Mass Media em 1995.


O alimento que faltava para se tornar vegan! Editado com amor e carinho.


  * Ilustrações desta edição por  Juan & Diëgo


Reservadas Liberdades

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Resistindo a ânsia dum futuro ensolarado,
                 Enquanto a brisa atravessar as grades.
                              Preso e louco a permanecer parado.

Sozinho: Esperando A Liberdade

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Fracas Luzes (Farol De Zumbis)

Posted: 19 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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Tentando entender o que teimam crer em esperança,
O desespero consome por dentro e por fora a consciência.
Tentando produzir algo mais que dejetos de vingança,
O artigo mais farto em nossas mesas se torna a impaciência

Em pratos e em copos vazios os talheres frios e purificados,
Esperam por algo mais do que cérebros kosher defumados...
Tentando uma atividade além do que ir contra ditos pecados,
Terminam por cair em seus refluxos por falsos amados.

Numa paixão inflamada por uma liberdade desesperada,
Que invariavelmente não causa enfarte nem passa do platônico.
Tentando algo além para toda vida de uma reflexão estagnada,
A experiência para na própria esperança de ácido carbônico.
Além do corpo, a mente está paralisada,
Em longínquo sonho crônico que guia a multidão esfomeada.

O Nosso Conluio - Poetronic Music

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Poesia originalmente publicada em 18/06/2008.
"Dedicada a todos os companheiros de Conluio distantes!"

SOLitariamente Livre

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Vagando pelas noites da vida Jun se conluiou com alguns indivíduos ditos libertários. E sua principal atividade era saírem à noite para beber, se divertir e vadiar. E por mais que isso fosse realmente livre e prazeroso, para Jun não parecia de modo algum uma atividade libertária. Mas continuou na mesma condição por medo da solidão.
Depois de um ano em repetição de boemia noturna, Jun acordou muito cedo numa manhã de domingo. Abriu a janela... Respirou profundamente e vislumbrou uma nova inspiração libertária ativa mesmo solitária: o Sol. Sentiu sua energia pulsante e viva. E a partir dali estava em disposição de fazer geminar sementes ativas por sua liberdade.

Amnesia - Instrumental

Posted: 15 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , , ,
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"I forgot, I forgot, I forgot, I forgot to me!"
Dedicada a todos que esquecem que: Ser livre é mais importante do que ser libertário.

A Decadência Dos Entes Alados

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Por longo tempo de tormenta entediante,
Reconfortamo-nos em nossos casulos egoístas.
E ao sair da crisálida há um mundo adiante,
Mesmo em bando, perdemos desejo de conquistas.

Por longo tempo, as asas ficaram paralisadas,
Na espera de um sopro além do próprio vento.
Sem camuflagem, em atividades nunca realizadas,
Mesmo em coletivo ser passivo é o maior envolvimento.

Por longo de tempo de resistência falida em palavras embriagadas,
A derrota do voo antes de uma revolução é o real sentimento.

Um Pouco Mais De Vontade!

Posted: 14 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Sem qualquer um dos sentidos ou consciência,
   Um sentimento de desejo maior pela liberdade,
      Faz a atividade atravessar qualquer deficiência!

O Céu Não É O Limite

Posted: 13 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Nem parece que já faz um ano que voei a ultima vez...

Autoflagelo

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As escolhas podem parecer
Mais simples do que pensam...
O mundo em cinza,
O concreto se faz a visão mais constante,

As lágrimas salgadas petrificam
Sem emoção, cheias de vazio.
E mesmo com as bocas ocas,
Ainda há ferramenta a se empunhar.

Há possibilidades de quebrarmos
As correntes que nos atrelam!
Mesmo que arranquemos as mãos...
Esperar que todos tenham
A mesma audácia é exigir demais.

Cabe a você escolher ser um liberto solitário,
Ou um encarcerado dividindo as celas da percepção. 

Auto-Estalo - Poetronic Music

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O Melhor Sonho De Atividade

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Eles partiram para uma ilha bem longe da sociedade civil no intuito de viver numa alternatividade utópica. E por um tempo foi bom. Porém alguns não respeitavam o meio ambiente ao redor, e depois de alguns meses não existiam mais recursos naturais para mantê-los ali. Logo pensaram em voltar ao mundo civilizado e alguns foram contra, mas depois cederam. Com bastante prélio construíram uma embarcação, que mesmo frágil conseguiu suportar o peso de todos.
Entretanto alguns desistiram de partir e queriam ficar na ilha, logicamente não sozinhos. Logo começaram a destruir o barco com a justificativa de que era melhor morrer ali com o sonho de liberdade. E muitos morreram. Mas um individuo conseguiu flutuar até o continente. E sozinho, mesmo com a visão desmoralizada daqueles prédios ao redor, se sentiu livre daquele ideal quimérico de libertários egoístas. Para então buscar um novo sonho de liberdade sua. Só sua.

I Surrender... To Freedom - Instrumental

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Pela única rendição válida!

Além De Qualquer Expectativa Alheia

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Por mais que tentemos negar, é preferível aniquilar,
O peso da amizade ou companheirismo falso e falido.
Não mais compaixão para com quer se aprisionar,
Em falsa verdade sem fundo e de eco tão, tão repetido.

Por mais que tentemos ajudar, é preferível ignorar,
O companheirismo só parece acompanhar miséria.
Não mais comparação a tempos que teimam agourar,
A realidade desse mundo sempre se reflete mais séria.

Por mais que tentemos nos libertar para o coletivo,
As ociosas toneladas alheias querem nos prender ao chão!
Não mais comiseração para quem quer permanecer inativo,
Hoje é imperativo que sejamos livres além de qualquer união,
Se só esperarmos a aspiração alheia manteremos nosso sonho cativo.

Barco Inativo Na Beira Do Mundo

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É melhor nadar com o próprio corpo e sozinho 
do que entrar num barco com tripulação falida!

Livre Quantidade

Posted: 3 de set de 2011 by Lux Alt in Marcadores: , ,
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Que atividade você faz
                 Para sentir liberdade
                                        Um pouco mais?